Balneário Camboriú alerta sobre os cuidados com Caramujo Africano

Balneário Camboriú – A Secretaria da Saúde e Saneamento de Balneário Camboriú, através do Centro de Controle de Pragas Urbanas (CCPU), alerta a comunidade sobre os cuidados com o caramujo africano.

De acordo com a coordenadora do CCPU – Geosí de Lima Matos, a situação dos caramujos africanos está sobre controle na cidade, mas mesmo assim é preciso a conscientização da população para evitar uma proliferação do molusco. “Alguns fatores como a ocorrência das fortes chuvas, o acúmulo de lixo e entulhos nas residências favorecem o surgimento do caramujo, assim como ratos e baratas – os terrenos baldios e as áreas de vegetação são os principais locais onde são encontrados”, explica a coordenadora.

Ao receber as reclamações, o CCPU faz a vistoria do terreno e localiza o proprietário, onde são repassadas as orientações sobre os procedimentos corretos para a eliminação do caramujo africano e no mesmo momento é feita à intimação para efetuar a limpeza do local. “Caso não ocorra no prazo determinado, o mesmo é infracionado”, aponta. Em alguns casos o CCPU trabalha em conjunto com a Secretaria de Obras para realizar a limpeza e a exterminação do molusco. A equipe de profissionais do CCPU atende de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 19h, o telefone para denúncias ou orientações é (47) 3366 4593.

Alguns cuidados para o controle do Caramujo Africano:

– Não aplique qualquer tipo de veneno, pois a toxidade dessas substâncias pode comprometer o solo e a vegetação do local;

– O uso do sal também não é recomendado, porque o seu excesso pode prejudicar o sole e o plantio;

– A principal providência a ser tomada é a catação manual com o uso de luvas ou sacos plásticos. A catação deve ser realizada de preferência no início da manhã ou ao final da tarde, horário em que o caramujo está mais visível por se alojar em ambientes úmidos e por se esconder do sol;

– Após a catação os caramujos devem ser incinerados (queimados) com a maior segurança possível;

– Em seguida devem ser esmagados, pois a sua concha pode acumular água e servir de abrigo para as larvas do mosquito da dengue;

– Por último, é necessário enterrar os caramujos e aplicar cal virgem no solo antes de despejá-los no mesmo. Este procedimento deve ser realizado longe de redes de captação de água, poços ou mananciais.

Mais informações no Centro de Controle de Pragas Urbanas, com a coordenadora Geosí de Lima Matos. Dúvidas no Setor de Comunicação Social, (47) 3261 6254.

Mirian Coelho
UNOPress

Da Redação
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