São Bento do Sul – Aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 27, a primeira reunião envolvendo a Prefeitura de São Bento do Sul e a empresa Coletivos Rainha, que é a concessionária do transporte coletivo de passageiros no município. Em pauta estava o reajuste da tarifa. Representando a prefeitura estava o prefeito Magno Bollmann, o vice Flávio Schuhmacher, o secretário de Administração José Canísio Tschoeke, o secretário de Planejamento Mauro Ososwki, o procurador do Município César Godoy e o assessor Administrativo, Manolo Del Olmo. Pela empresa participaram o diretor Nivaldo Stoeberl, o gerente Mauro Schroeder e o advogado Antonio Fuckner.
Durante a reunião a empresa apresentou uma planilha de gastos referentes ao ano de 2009. Conforme Mauro Schroeder, no ano passado a empresa transportou uma média de 310 mil pessoas ao mês, e que tal número vem caindo gradativamente, elevando desta forma os custos da empresa para a manutenção das linhas já existentes. “Tivemos um déficit de R$ 329 mil no ano passado”, apresentou.
A empresa também apresentou o projeto para o transporte de pessoas com deficiência física em São Bento do Sul, com a aquisição de um ônibus especial que irá pegar as pessoas com deficiência na porta de suas casas e as levará aos seus destinos, sempre com o agendamento. Segundo Schroeder, este novo sistema, que atende a exigências legais, representará um custo de R$ 16,4 mil a mais à empresa. “Com este novo serviço, teremos de aumentar o valor da tarifa”, justificou.
Aumento previdenciário dos motoristas e demais funcionários da empresa, integra também o pedido da revisão tarifária para o transporte coletivo em São Bento do Sul. A empresa também solicitou maior fiscalização por parte da Prefeitura em vans que fazem o transporte de pessoas de forma ilegal.
Conforme o prefeito Magno Bollmann, a solicitação será analisada pela Prefeitura, para que a melhor proposta, tanto por parte da empresa quanto pela Administração Municipal, seja alcançada. “Não podemos esquecer que qualquer aumento na tarifa afetará a comunidade, principalmente a mais carente. Por isso, se houver algum aumento, ele tem que ser o menor possível”, afirmou Magno.
Fonte: Assessoria de imprensa
